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O caixão misterioso

Armando mora de frente ao cemitério e é fascinado por caixões já que sua família fabrica dezenas todo mês, ficava todo dia no segundo andar, só para ver os caixões passando pela porta do cemitério, era um garoto só tinha 12 anos, e se sentia fascinado com os formatos de caixões que todo dia passava pelo cemitério. Mais esse dia foi especial o caixão que passava pela porta do cemitério era totalmente diferente de tudo que ele havia visto, o caixão era grande não tinha um formato de caixão, perecia mais uma caixa de fósforos gigante, a pessoa dentro daquele caixão parecia ter uns 300 kg.( será obesa?) o caixão era todo coberto de coro(pelo menos parecia)  e seja lá quem fosse ,era rico, vários homens seguravam o caixão todos pareciam pesar no mínimo uns 100 quilos, e todos estavam vestidos no estilo do poderoso chefão, vocês entendem né, qualquer duvida assistam o filme! Armando não se sentiu sastifeito em olhar de longe e foi ver o enterro de perto, mais quando chegou ao ente...

A festa na semana santa

Antigamente, havia muito respeito na semana santa. Nesses dias, comia-se de forma moderada e se evitava a carne. Cantar, tocar, beber ou dançar nem pensar. Eram dias dedicados a reflexão, as orações, á penitencia e ao fortalecimento da fé. Abrandava-se ao trabalho. Fazia-se  o necessário. Falava-se baixo. Continham-se o riso e a vaidade. Temia-se o castigo, por falta de respeito. Os transgressores desses costumes eram malvistos. Na sexta-feira da paixão, nem se fala. Era o dia consagrado a obediência máxima a esses costumes e tradições. Com esse acatamento todo, numa aldeia á beira mar, enquanto esperavam a madrugada do sábado de aleluia, para se lançarem no mar com seus barcos, alguns pescadores consertavam suas redes, quando entre eles surgiu um rapaz desconhecido com uma viola nas costas. Todos estranharam a viola nas costas num dia como aquele. No entanto, o rapaz era simpático, puxou conversa com um, depois com outro e foi se enturmando. Conversa vai e vem, o rapa...

A casa e poço sombrio (Luanna santos)

Eu morava com minha vó em epitaciolandia A.C do lado da Bolívia. nosso quintal era grande,la tem uma mangueira enorme e bem do lado um posso que foi fechado com uma pedra enorme(tampa)! minha vó costumava me dizer que no tempo da "guerra" muitas pessoas foram jogadas dentro daquele poço e outras enforcadas com aquela mangueira e que la era mal assombrado,o meu Pai dizia pra mim que sempre via coisas, uma vez chegou a ver panelas voando na cozinha, vozes no alto da mangueira e batidas no poço! o vovô ainda tentou corta aquela mangueira mais desmaiou ! não se sentia bem sei lá ,passei pouco tempo lá mais toda noite eu acorda pra vomitar sentia forte dor de cabeça, minha coberta aparecia molhada,tentava colocar na minha cabeça que tudo era mentira mais não conseguia porque eu também via e sentia... Minha vó dormia com uma bíblia de baixo do travesseiro acho que ela também tinha medo! não saio a noite pro quintal porque sentia calafrios e via gente olhando para mim, nos últimos...

vida macabra (história real)

Já eram 9:00 da noite, estava muito triste tinha acabado de receber uma péssima noticia, uma amiga minha tinha amanhecido morta após um suicídio durante a noite, ela não era doente; tirando por um detalhe seus horríveis  pesadelos,os mesmos pesadelos que estou tendo, não importa o que eu faça para não sonhar isso mais sempre que durmo tenho essa mesma visão:  "Acordo em uma  cama dentro de uma casa no meio de uma mata, ta meio nevoado e fora dessa casa da para escutar gritos de desespero que duram horas, até que os gritos param, como se a pessoa que estava sofrendo, tivesse finalmente morrido, nessa hora ouço  passos como de uma pessoa correndo na direção da cabana onde eu estou".            Sei que não parece um sonho tão horrível mais toda noite eu e minha amiga sonhamos a mesma coisa, e isso é realmente assombroso.          Eu já fui em duas psicólogas as dua...

O Anel (dhiessica vigano)

Bem fica a critério de quem quiser acreditar... Na casa da minha avó tem um porão cheio de coisas velhas, lá eu encontrei um anel e eu o peguei para mim. Então após algum tempo usando o anel era um anel dourado cheio de desenhos simples nada de interessante, um dia esse anel caiu do meu dedo e foi parar em baixo da cama, eu me abaixei para pegar e parece que uma sombra de uma mão passou por cima dele! na hora que eu vi levantei ligeiro e sai para fora do quarto eu era pequena contei para a minha mãe que não acreditou, mas eu sei o que vi e a sensação é horrível. criei coragem e voltei ao meu quarto peguei o anel e o joguei fora. tempos depois minha avó fez uma limpeza no porão e queimou umas coisas ela me disse que as antigas moradoras da casa ( três mulheres duas jovens e uma senhora) faziam orações e essas coisas então quando foram embora deixaram a caixa e foi naquela caixa que minha avó queimou foi que eu achei o anel.

Max está vivo(história real)

Max Hoffman foi declarado clinicamente morto enquanto com a idade de cinco anos. Foi então sepultado. Na noite seguinte após o enterro, sua mãe se enlouquecia com um sonho que a pouco tivera. No sonho via seu filho se revirando no caixão, lutando desesperadamente para manter sua vida. A morte o caçava; era visto pela mãe com as mãos atravessadas abaixo da face direita. A Sra.Hoffman, depois de acordar do pesadelo, tentava convencer seu marido a resgatar o filho, mas ele recusou o plano; tinha a idéia de que sua esposa ainda não aceitava a morte do filho. Outra noite chega, e a ela traz de volta o mesmo perturbador sonho.Seu marido agora concorda em verificar o corpo do filho.Foram ao cemitério á uma hora da madrugada e, com a ajuda de um vizinho, desenterram e Hoffman fora real tinha as duas mãos cruzadas sob a bochecha direita, conforme o sonho mostrava a sua mãe; não tinha sinal algum de vida. Para diminuir a inquietação da sua mulher, que acreditava piamente que o filho ainda estiv...

Um Pacto com o Demo

Um pedreiro em uma obra batia papo com seus colegas de trabalho. - Eu não agüento mais essa vida,faria qualquer coisa para ganhar dinheiro, ate faria um pacto com o Diabo. Seu amigo disse: - Você é doido,não fale uma coisa dessa nem de brincadeira. Ele respondeu: - Essas coisas não existem. O dia se passou e o pedreiro foi embora,chegando no ponto de ônibus,ele começou a esperar pela sua condução que a horas não passava,ele achou estranho,pois o mesmo ônibus nunca demorara tanto.Alguns minutos depois ele avista um carro preto bem grande,que para pedir informações,e por coincidência o endereço que homem estranho perguntava era na rua que o pedreiro morava. o pedreiro disse: - Meu amigo hoje é seu dia de sorte, pois estou indo para essa rua. O homem estranho retrucou. - Então hoje é o seu dia de sorte,pois você vai ganhar uma carona, sobe ai. o pedreiro sem pensar subiu,e eles seguiram viagem,quando o pedreiro entrou no carro ele sentiu um forte cheiro de enxofre,ele tentava ver o rosto...