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Mostrando postagens com o rótulo Folclore brasileiro

Pé do Diabo

Há muito tempo na cidade Inhanguetá-ES, vivia um homem muito rico que para aumentar suas propriedades, ia se apossando, deslealmente, das terras alheias. Talvez por castigo do céu, terrível praga lhe foi assolando, destruindo sua fazenda, e pouco a pouco começou a empobrecer.  Foi quando já desesperado com medo da pobreza que cada vez mais lhe consumia, resolveu fazer um pacto com o Diabo, para se livrar de vez, dessa má sorte e nunca mais ficar pobre.  Às condições eram cruéis, mais  a sua velha ganancia o fez tomar a decisão, de numa meia-noite de uma sexta-feira entregar seu próprio filho e em troca, o Diabo lhe aumentaria as posses e a fortuna. A mulher do fazendeiro, muito devota de Santo Antônio, logo que ficou sabendo dos planos do marido pediu, em orações, que salvasse a seu filho. Na meia-noite do dia marcado, o homem levou o filho a um lugar próximo de sua fazenda  colocou o garoto em uma pedra rasa, e ali o deixou sozinho, afastando-se rá...

Milagre das Rosas

Conta a lenda que o rei D. Dinis foi informado sobre as ações de caridade da rainha D. Isabel e das despesas que implicavam para o tesouro real. Um dia, o rei decidiu surpreender a rainha numa das suas habituais caminhadas para distribuir esmolas e pão aos necessitados. Reparou que ela procurava disfarçar o que levava no regaço. D. Dinis perguntou à rainha onde ia e ela respondeu que se dirigia ao mosteiro para ornamentar os altares. Não satisfeito com a resposta, o rei mostrou curiosidade sobre o que ela levava no regaço. Após alguns momentos de atrapalhação, D. Isabel respondeu: "São rosas, meu senhor!". Desconfiado, o rei acusou-a de estar a mentir, uma vez que não era possível haver rosas em janeiro. Obrigou-a, então, a abrir o manto e revelar o que estava lá escondido. A rainha Isabel mostrou, perante os olhos espantados de todos, as belíssimas rosas que guardava no regaço. Por milagre, o pão que levava escondido tinha-se transformado em rosas...

Cabeça de Cuia

Cabeça de Cuia é uma lenda Folclórica da região nordeste do Brasil, mais precisamente criada no estado do Piauí. Trata-se da história de Crispim, um jovem garoto que morava nas margens do rio Parnaíba. A lenda começa com Crispim , um jovem rapaz, de uma família muito pobre, que vivia na Vila do Poti (zona norte de Teresina-PI ). O pai pescador morreu muito cedo, vivia apenas com sua mãe, uma pobre mulher de idade avançada e muito doente.  Como seu pai, Crispim também era pescador, e como todo bom pescador, acordava cedo para colher bons resultados e voltar para casa cedo, Mais nesse dia as coisas não formam muito bem para o rapaz, pois depois de passar um dia inteiro sem conseguir pescar, Crispim volta para casa cheio de frustração e revolta. Chega a casa e pede à mãe alguma coisa para comer e descobre que sua mãe havia feito para o seu almoço apenas uma comida rala, acompanhado do tutano do boi (osso da canela do boi). Irritado, discute ferozmente com a mãe...

Lenda folclórica: Boitatá

O Boitatá é uma espécie de cobra que ao sobreviver de um grande dilúvio que cobriu a terra, entrou num buraco e ficou no escuro por longos anos, seus olhos se adaptaram ao lugar, fazendo da serpente um bicho noturno de olhos vermelhos.   A lenda conta  aque a gigantesca cobra-de-fogo protege os campos contra aqueles que o incendeiam.  Às vezes ele é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata. No Nordeste do Brasil é chamado de "Cumadre Fulôzinha". Para os índios ele é "Mbaê-Tata", ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios. Dizem ainda que ele é o espírito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos. Outros dizem que ele protege as matas contra incêndios. A ciência diz que existe um fenômeno chamado Fogo-fátuo, que são os gases inflamáveis que emanam dos pântanos, sepulturas e carcaças de grandes animais mortos, e que visto de longe parecem grandes tochas em movimento. Nomes comuns: No Sul...

A lenda da Perpétua

AVISO:  O que você está prestes a ler, é um relato enviado por um leitor do blog!   Maria Perpétua Calafate de Souza ou simplesmente Perpétua, como era mais conhecida, nasceu na cidade do Porto em Portugal no ano de 1790. Era filha de Ignácio Vieira da Cunha e Isabel Maria Calafate. Casou-se por contrato ainda muito jovem,apenas com 12 anos de idade e ficou viúva um ano depois. Mudou-se para o Brasil após o falecimento de seus pais. Aqui conheceu o também português Antônio Jose Lisboa de Souza e os dois se casaram aos sete de novembro de 1810 na vila de Santos instalando-se logo em seguida na ilha de São Sebastião, litoral norte do estado de São Paulo. Perpétua era dona de um comportamento liberal para a época e de um temperamento explosivo e por isso era mal vista pelos moradores da ilha que passaram a considera-la uma má influência para o lugar.  Sua reputação ficou ainda mais abalada depois que ela teve um caso amoroso com um poderoso traficante de esc...

Mula sem Cabeça (A história)

A lenda conta sobre uma moça que vivia em um pequeno povoado em tempos difíceis onde a igreja e a religião eram o perdão e o castigo para tudo. Moças do século XII não tinham muita coisa pra fazer tudo era bem restrito e qualquer erro de caráter, seria motivo de punição para a sociedade, por isso a vida da moça se resumia em trabalhar no campo e aos domingos ir à missa. Em um desses domingos nasceu à paixão, não por um rapaz qualquer e sim por um jovem padre, que logo nota os olhares da moça e inocentemente se envolve em um romance proibido. Esse romance se prolonga por muito tempo aumentando ainda mais esse amor, que fazia a moça ir todos os dias a igreja.  Uma das beatas da cidade estranhou o comportamento da moça e a seguiu, vendo os dois juntos. A mulher ficou horrorizada com o que tinha visto e saiu correndo dali contando a o desastre para todas as pessoas que via a frente. O alvoroço foi tão grande que dava de ver ao longe a multidão que se juntou na porta da ...

A Besta

Eu sou caminhoneiro a 30 anos e já vi muitas coisas estranhas nessas estradas mais ano passado no mês de agosto, ocorreu algo que nunca vou esquecer. Estava na estrada, tinha partido de um posto de gasolina em Manaus em direção a Rio Preto, era umas 2:45 da madrugada e já estava meio sonolento quando vejo de longe um trecho da estrada bem iluminado e desconfiei, pois as luzes vinham de dentro de um manguezal bem denso. Eu estava com muito medo de ser bandidos querendo roubar a carga mais quando passo bem de frente as mangueiras começo a me arrepiar com um vento frio que vinha de dentro dos manguezais, olho no relógio e vejo que já são 3:00 horas da madrugada.  O caminhão por mais que eu o acelerasse continuava lento muito lento já quase parando e o trecho iluminado era de uns 300 metros, nessas horas nem me passava na cabeça de descer para ver qual o problema no caminhão, o medo era tamanho que eu mal me mexia. Quando escuto uns grunhidos como de um cachorro...

5 lendas do folclore Brasileiro de botar Medo

Muitas das lendas folclóricas, contadas no Brasil são vistas como inocentes ou apenas isso uma Lenda. Mais para muitas pessoas as lendas abaixo são reais e dão muito medo.  5 Pé do Diabo Lenda que surgiu da cidade de   Inhanguetá-ES e conta a historia de um fazendeiro endividado que para pagar suas dividas, teria feito um pacto com o Diabo, dando seu filho como pagamento. Foi quando surgiu o Santo Antônio que riscando uma cruz na pedra – com um chicote, diz algumas palavras que amedrontam o Demônio e foge . Para ler a lenda completa clique aqui 4 Cabeça de Cuia Cabeça de Cuia é uma lenda do estado do Piauí e é conhecida em alguns municípios maranhenses. Conta a história de Crispim, um jovem garoto que depois de matar a mãe teria sido amaldiçoado a vagar para sempre as margens do rio Parnaíba(Lugar onde morava). Para ler a lenda completa clique aqui   3 Lobisomem Lobisomem é um ser lendário, com origem na mitologia grega, segundo as quais, um homem pode s...

A festa na semana santa

Antigamente, havia muito respeito na semana santa. Nesses dias, comia-se de forma moderada e se evitava a carne. Cantar, tocar, beber ou dançar nem pensar. Eram dias dedicados a reflexão, as orações, á penitencia e ao fortalecimento da fé. Abrandava-se ao trabalho. Fazia-se  o necessário. Falava-se baixo. Continham-se o riso e a vaidade. Temia-se o castigo, por falta de respeito. Os transgressores desses costumes eram malvistos. Na sexta-feira da paixão, nem se fala. Era o dia consagrado a obediência máxima a esses costumes e tradições. Com esse acatamento todo, numa aldeia á beira mar, enquanto esperavam a madrugada do sábado de aleluia, para se lançarem no mar com seus barcos, alguns pescadores consertavam suas redes, quando entre eles surgiu um rapaz desconhecido com uma viola nas costas. Todos estranharam a viola nas costas num dia como aquele. No entanto, o rapaz era simpático, puxou conversa com um, depois com outro e foi se enturmando. Conversa vai e vem, o rapa...

Lenda do boto

Q uem viaja pelo  interior de qualquer estado da Amazônia já ouviu falar da lenda de um belo rapaz desconhecido, de roupas brancas, sapatos pretos e o característico chapéu branco que busca encobrir parte do rosto e o buraco que traz no alto da cabeça: é o boto!  Nas festas ou à beira de trapiches, sempre haverá, segundo a crendice popular, um boto a espreitar alguma moça ingênua e, de preferência, virgem ou menstruada.  Alguns descrevem até o andar da visagem: dizem que é meio desajeitado e que muitas vezes locomove-se com certa dificuldade pelo pouco hábito em terra firme. Outros já o descrevem como alguém muito alinhado, porém calado demais para os costumes da região. Por isso, logo se desconfia de que é algo sinistro.  No entanto, para as moças novas que porventura estejam a olhar alguma festa de interior, nada de estranho o boto lhe parece.  Muito pelo contrário! A paixão é à primeira vista! Quando se dá conta já foram conquistadas. Contam os ...

Unhudo

Um dia um homem estava vendendo cachorro quente, já era de noite e estava só ele na praça e umas 5 pessoas de repente ele ouviu um AAAIIII e foi bem atrás dele mais para o mato, ele foiver o que era viu um menino com um arranhão na garganta e com somente a metade do corpo arrancada. Ligou para a polícia, rapidamente a polícia chegoue investigou passado-se 5 anos o vendedor de cachorroquente voltou no mesmo lugar e foi se abaixar para verse ainda reconhecia algo, viu uma sombra de uma pessoa com uma unha muito grande e morreu, mas ninguém sabiaentão ninguém nunca mais viu o homem. Essa lenda é verdadeira.Não pode falar a cidade, pois se falar a cidade ele volta para matar você. BOA SORTE.

Lobisomem

Uma criatura metade lobo, metade homem. A maioria das pessoas que ouvem histórias a respeito do lobisomem acha que tudo é apenas baboseiras e conversafiada. Eloize era uma dessas pessoas, nasceu e foi criada em São Paulo, por isso achava que perigo mesmo não era lobisomem era assaltantes, tarado, assassino e etc... Eloize morava com o marido e três filhos, morava perto do centro de São Paulo, mas a dificuldade financeira a expulsou da cidade. Teve que se mudar. Sábado, 6:00h da tarde. O silêncio daquele povoado calmo é perturbado pelo caminhão de mudança, era Eloize se mudando para novacasa. Do alto do caminhão, Eloize e seus filhos olhavam curiosos as pessoas, algumas sentadas no chão, deitadas em redes e poucas trabalhando. Mas todos tinham algo em comum, o medo que refletia em seus olhos, olhavam o caminhão com grande desconfiança, um deles cochichou para o outro: - Óia Zé, vão para casado lobisomem. A "casa do lobisomem", todos temiam ela, ficava perto do povoado,quase en...

Triângulo das Bermudas

Triângulo das Bermudas (também chamado Triângulo do Diabo), trata-se de um triângulo imaginário, formadoentre as ilhas Bermudas, Porto Rico e Melbourne (Flórida). Área de 3.900.000 km2. Desde meados do séc. XIX que se tem conhecimento de fatos misteriosos, nesse local. Mais de 50 barcos e navios, além de 20 aviões, aí desapareceram. A expressão"triângulo das Bermudas" foi inventada por Vincent H. Gaddis, escritor e investigador que se especializou nos fenômenos inexplicados, misterioso e insólitos, para demarcar uma zona onde estranhos acontecimentos têm acontecido.Ele é autor de numerosos livros, entre os quais Invisible Horizons, publicado nos Estados Unidosem 1965. Nessa obra, o autorconsagra um capítulo inteiro ao Triângulo das Bermudas. O Triângulo das Bermudas teve seu primeiro caso oficialmente registrado em 16de setembro de 1950 (mesmojá havendo relatos de desaparecimento de aviões três anos antes).O repórter caracterizou o momento como "misteriosos desaparecimen...

Lendas de crianças cuidado! pode ser real

Mula-Sem-Cabeça, Iara, Cobra Grande Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça. Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece. Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta. Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos. Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro. Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos. Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa. Ao ver a Mula, deve-se deitar de bruços no chão e esconder Unhas e Dentes para não ser atacado.Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto se...