cemitério

AVISO: O que você está prestes a ler é um relato enviado por um leitor do blog! 



A Daniela tinha que ir com a mãe percorrer um longo caminho até ao cemitério para ir levar flores aos avôs dela. Como estavam cansadas de tanto andar, resolveram descansar um bocado perto da campa. 

A mãe estava tão cansada que adormeceu e a Daniela resolveu pôr-se a brincar por ali. Havia um menino que lhe disse. 

__Olá. Como te chamas?
__Paulo Manuel, quer brincar comigo?, Perguntou o menino. 
E estiveram por ali algumas horas juntas! Quando a Daniela ouviu a mãe chamá-la para voltarem para casa, despediu-se do menino. 

No caminho de regresso a casa, a Daniela deu um grito. Numa lápide estava escrito: __Deus abençoe o Paulo Manuel, falecido a seis de Abril de 1915. Era um menino com quem a Daniela tinha estado a brincar!


 A Daniela perguntou à mãe se sabia de alguma coisa sobre esse menino. Ela olhou para ela e confessou que contavam na época que tinham enterrado Paulo ainda vivo e ele asfixiou dentro do caixão...


Autor anônimo...


Comentários

  1. José Carlos Belchior27 de abril de 2013 22:02

    Esse é um fato muito comum nos sepultamentos. Porisso, deve-se aguardar o período de 24 horas para enterrar o defunto. Quando desenterraram esses coros, os caixões se encontravam danificados e os corpos revirados. Trágico!

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  2. adorei.....de medo rsrsrs

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  3. Estava no you tube e vi que ET ´s EXISTEM e sereias lobisomens alyen´s e tudo mais.............................................................................................................................................................................................................................E VERDADE AHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU

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  4. eu tenho medo de ir no cemiterio

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  5. isso me da um medo kkkkkkkkkkkkkkkkk

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